07.10.1926 // 28.07.2014
Aos 07 de Março de 2015 nasceu este blogue que tal como o seu antecessor TocadosCoelhos pretende apenas ser um ponto de encontro e de entretenimento pautando-se sempre pelas regras da isenção, da boa educação e do civismo em geral. Sejam muito bem-vindos.
terça-feira, 28 de julho de 2020
segunda-feira, 20 de julho de 2020
Assim, não...
Foto José Coelho
Todos estes pedaços de granito que eu varri e apanhei na hora, caíram na varanda, telhado, janelas e portas da minha casa, alguns dos quais ressaltaram para dentro da cozinha, projectados em todas as direcções a partir das obras da nova antena de telecomunicações da Beirã.
À velocidade a que "voavam" e pelo estrondo que faziam ao caírem por todo o lado, imaginem que um cascalho destes caía na cabeça de alguém ou em cima de algum carro.
À velocidade a que "voavam" e pelo estrondo que faziam ao caírem por todo o lado, imaginem que um cascalho destes caía na cabeça de alguém ou em cima de algum carro.
Não sou muito assustadiço mas estremeci com o abanão da casa e o fortíssimo estrondo causado pela explosão sem qualquer pré-aviso, seguido do imediato estilhaçar de pedras sobre o telhado, portas, janelas e varandas, onde poderiam até andar a brincar as duas netas de 5 e 8 anos que connosco se encontram a passar férias.
Entendo que seja necessário rebentar o granito para abrir o buraco do alicerce da "sapata" de betão que irá suportar a antena de telecomunicações da Meo junto do depósito das águas da Beirã, a poucos metros da minha casa. Mas havia que tomar as mais elementares precauções e no mínimo avisar os residentes para que se acautelassem.
Quando foi feito o saneamento básico de todas as ruas adjacentes as valas também foram assim abertas à força de dinamite e a escassos metros das portas e janelas das casas porque o subsolo de toda esta zona é rocha viva. Mas nunca isto aconteceu. A vizinhança era avisada, os possíveis danos devidamente acautelados e não houve perigo para pessoas nem bens, como neste episódio a todos os níveis censurável.
Alguns danos em casas de vizinhos foram imediatamente identificados depois do tremendo estrondo. Telhas partidas foram logo referenciadas e substituídas. Mas eu só vou saber se também fui "premiado" com algum desses prejuízos quando começar a chover, uma vez que não tenho acesso fácil ao telhado e pela volumetria da casa não dá para se ver a olho nu. Um dos vizinhos viu pedras a caírem ao seu lado e só por sorte não foi atingido por nenhuma, tendo ido imediatamente reclamar.
Há veículos estacionados nas ruas, há gente nos quintais, que porra de responsabilidade é esta de quem usa explosivos passíveis de causarem danos, sem qualquer aviso prévio? Ah e tal, têm quinze dias para reclamar. Reclamar a quem, como e onde? E como foram os possíveis prejudicados avisados dos seus direitos? Não temos o dom de adivinhar! Assim, não. Lá porque somos já poucos por cá, não somos descartáveis.
José Coelho
20.07.2020
quinta-feira, 16 de julho de 2020
Preparativos...
Inicio da Celebração às 20,30 horas de hoje ao ar livre no adro da Igreja com transmissão em directo pelo Facebook da Freguesia Beirã para todos os Beiranenses e outros devotos da Senhora do Carmo que estando longe, dessa forma possam participar. Até já! - Fotos Maria Coelho.
sábado, 11 de julho de 2020
Umas férias em família, como há muito não vivíamos...
A deliciosa sopa de peixe do rio do Manel Coelho
Cabeças e rabos dos barbos para apurar o sabor do caldo
E os centros dos barbos bem fritos, com molho de poejo
Fotos Ana Batista, 11.10.2020
PS.
Obrigado, compadre José Panasco pelo peixinho do rio.
quarta-feira, 8 de julho de 2020
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