Há dias em que a nossa cabeça anda como um bando de pardais cada um a voar para seu lado, mas isso não é falha, é humanidade.
Essa dispersão também faz parte do ritmo da vida, sobretudo quando se carregam tantas tarefas, memórias, afetos e cuidados como eu carreguei pela vida fora.
Nestes dias inquietos em que nos sentimos assim, deixemo-nos ir.
O melhor que podemos fazer é aceitar esse estado de espírito como quem aceita uma brisa inesperada que não se controla, apenas se sente.
