Cada manhã, ao acordar, tenho por hábito sincero agradecer a dádiva de mais um dia. E ao fechar os olhos para o descanso de cada noite, detenho-me na gratidão pelo dia que vivi.
Não o faço por mera tradição religiosa ou por automatismo, mas por uma convicção profunda e inabalável que agradecer o dom da vida é um dever para comigo e para com o mundo que habito e me dá tudo o que necessito para viver e ser feliz.
Procuro viver cada dia como se fosse o último, não numa atitude de urgência ou desespero, mas com serenidade e aceitação. Faço-o não porque assim o ditem alguns livros ou conselhos de autoajuda, mas porque essa tem sido, desde sempre, a minha natureza.
Encaro a vida como um presente e por isso não deixo que os dias me passem ao lado sem lhes reconhecer o valor.
Essa postura tem-me ensinado continuamente a valorizar as pequenas coisas, a cultivar relações genuínas e a enfrentar todos os desafios com a mente tranquila.
A gratidão, a atenção e a disponibilidade, foram sempre para mim os pilares de uma existência plena e consciente.
São escolhas que faço, não por obrigação, mas porque acredito que só assim a vida merece a pena e se vive plenamente.
