Quem me conhece, sabe que detesto mentiras e gente falsa. Para mim a sinceridade, a humildade e o respeito são fundamentais. Por isso quem não conhece o significado dessas palavras não pode com toda a certeza, ter a minha amizade.
Num mundo onde tantas vezes se valoriza a aparência em detrimento da essência, é fácil encontrar quem escolha o caminho da mentira e falsidade para alcançar objetivos pessoais. Contudo, acredito firmemente que a verdade deve ser a base de qualquer relação, seja ela de amizade, familiar ou profissional. A mentira pode até trazer ganhos momentâneos, mas a longo prazo destrói a confiança, que é tão difícil de conquistar, mas tão fácil de perder.
Ser sincero não significa ser rude ou magoar os outros. Trata-se de agir com honestidade e transparência, dizendo o que se pensa de forma respeitosa. A sinceridade é um ato de coragem porque nem sempre é fácil expor o que realmente sentimos ou pensamos. No entanto, é através dela que construímos relações sólidas e verdadeiras, baseadas na confiança mútua.
Humildade é saber reconhecer que ninguém é perfeito e que todos temos algo a aprender. É admitir os nossos erros, pedir desculpa quando necessário e aceitar críticas construtivas. Uma pessoa humilde não se coloca acima dos outros, trata todos com igualdade e respeito, independentemente da sua posição social, origem ou opinião.
O respeito é o alicerce que sustenta qualquer relação saudável. Respeitar o outro é aceitar as suas diferenças, ouvi-lo com atenção e procurar compreendê-lo antes de o julgar. Quando não há respeito, não há espaço para a confiança ou para o crescimento conjunto. Por isso valorizo tanto essa qualidade naqueles que me rodeiam.
A amizade é mais do que partilhar momentos felizes. É saber que se pode contar com alguém mesmo nas horas difíceis e que essa pessoa será sempre honesta conosco, mesmo que a verdade doa. Por isso não abro mão dos meus princípios: quem não partilha o valor da sinceridade, da humildade e do respeito, dificilmente terá lugar no meu círculo de amigos.
Escolher rodear-me de pessoas verdadeiras é uma decisão consciente e um ato de amor-próprio. Prefiro poucos amigos mas autênticos, do que muitos conhecidos mas falsos. Afinal, relações baseadas em valores sólidos, são aquelas que realmente valem a pena e que tornam a nossa vida mais leve e significativa.
Foto Mariana Coelho.
'A netinha mais nova'
