A manhã ergue-se devagar sobre os telhados da Beirã. O sol, ainda tímido, pousa nos campos como quem pousa a mão no ombro de um velho amigo.
E eu caminho entre memórias e futuros, trazendo no bolso histórias que só os homens leais sabem guardar.
Beirã.
Onde o silêncio sabe o nome das pedras, onde cada caminho guarda passos antigos e onde o meu coração encontra sempre o regresso.
Aqui, a vida não passa, repousa.
Texto e foto
