domingo, 8 de abril de 2018

De surpresa em surpresa...


Que  mais vos posso dizer, Ana, Pedro, e Marta Silva do CM? 
Obrigado, obrigado, obrigado

sexta-feira, 6 de abril de 2018

quinta-feira, 5 de abril de 2018

Passo a palavra...


    Muitas têm sido as pessoas que me contactam a solicitar a aquisição das minhas memórias agora publicadas no livro "Histórias do Cota". 

    Tenho informado que a edição desse livro foi uma oferta/surpresa dos filhos no dia do meu aniversário sem que eu imaginasse sequer o que eles andavam a preparar há meses. Porém, como o número de exemplares, apenas cinquenta, foi limitado devido aos custos que eles decidiram suportar na íntegra, estou a reservá-los para oferecer apenas à família.

    Vai surgir contudo a hipótese de todas as pessoas que estejam interessadas poderem dar uma "olhadela", porquanto o prestigiado jornal Correio da Manhã vai publicar, no próximo domingo dia 8 de Abril, na sua rubrica semanal "A minha guerra", um excerto das "Histórias do Cota" no capítulo onde descrevi a minha estadia na guerra em Angola.


    Obrigado

sábado, 31 de março de 2018

Boa Páscoa...



Não encontro palavras suficientemente expressivas para demonstrar a minha gratidão a quem continua a visitar este blogue apesar da minha quase permanente ausência. 

A partir da próxima semana tenciono voltar de novo e com muito mais regularidade. Não têm sido tempos fáceis e por isso me tenho remetido ao silêncio. 

De tudo isso vou falar-vos com calma e com a minha sinceridade do costume. Entretanto não podia passar esta quadra festiva sem vir deixar-vos o meu sincero obrigado, apresentar cordiais cumprimentos e também os meus melhores votos de uma muito feliz Páscoa.

Zé Manel Coelho

quarta-feira, 14 de fevereiro de 2018

Um silêncio cada vez maior...

Foto by José Coelho

Nunca os invernos me pareceram tão tristes e longos. O vento a uivar pelas frestas que sempre consegue achar nas portas e nas janelas, por mais perfeitas que sejam. O tamborilar monótono da chuva lá fora. O silêncio inquietante das ruas quase desertas onde se sucedem casas com as portas trancadas pela ausência de quem as habitou, janelas às escuras como olhos que cegaram e há muito deixaram de vislumbrar qualquer centelha de luz. Resta o aconchego do lume. Mas até esse, apenas aquece o corpo por fora. Por dentro, a nossa alma continua gelada, tão grande é a melancolia que de tudo isto emana. À nossa volta só abunda agora a solidão. Nem mesmo o vistoso crepitar das chamas e o alegre estalar das brasas em combustão conseguem animar tão silenciosos serões...

Beirã, 14 de Fevereiro de 2015
José Coelho, no Facebook

quarta-feira, 7 de fevereiro de 2018

Coisas que leio...

Auto-retrato 2018.02.03

Entra pela velhice com cuidado.
Pé ante pé, sem provocar rumores
Que despertem lembranças do passado,
Sonhos de glórias, ilusões de amores
Do que tiveres no pomar plantado
Apanha os frutos e recolhe as flores,
Mas lavra ainda e planta o teu eirado,
Que outros virão colher quando te fores.
Não te sejas a velhice enfermidade!
Alimenta no espírito a saúde,
Luta contra as tibiezas da vontade.
Que a neve caia! O teu ardor não mude!
Mantém-te jovem, pouco importa a idade!
Tem cada idade a sua juventude…


Bastos Tigre